http://www.youtube.com/watch?v=cxeoUgLzdbA&feature=youtu.be
Pessoal infelizmente estamos com um pequeno problema no vídeo, mas se vocês clicarem no link a cima poderão vê-lo sem nenhum problema. Espero que gostem.
Preparem-se pois aqui acabaram todas as suas dúvidas sobre matemática estatística.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
GEOMETRIA ANALTICA : AS bissetrizes dos quadrantes
O plano cartesiano é formado por dois eixos perpendiculares que se cruzam na origem das coordenadas (0,0), estabelecendo quatro quadrantes. A intersecção perpendicular dos eixos forma ângulos de 90º.
No plano cartesiano, ao traçarmos uma reta, que passa pelo ponto (0,0) formando um ângulo de 45º com a abscissa (eixo horizontal), estamos dividindo um quadrante ao meio e determinando a sua bissetriz.
Podemos traçar as bissetrizes dos quadrantes de duas formas: bissetriz dos quadrantes pares e bissetriz dos quadrantes ímpares.
Bissetriz dos quadrantes ímpares
A bissetriz dos quadrantes ímpares é determinada por uma reta que intercepta o ponto (0,0) traçando as bissetrizes dos quadrantes I e II.

O coeficiente angular será igual a m = tg 45° = 1. Um dos seus pontos será (0,0) e todos os outros pontos pertencentes à reta b terão as ordenadas e abscissas iguais, por exemplo, (4,4), (5,5), (6,6), (7,7),... .
Considerando qualquer um desses pontos e o coeficiente angular igual a 1, podemos concluir que a reta que representa a bissetriz dos quadrantes ímpares terá - de acordo com os conceitos de Geometria Analítica - a equação fundamental: y – y0 = m (x – x0).
Substituindo o ponto (2,2), temos:
y – 2 = 1 (x – 2)
y – 2 = x – 2
y = x
Bissetriz dos quadrantes pares A bissetriz dos quadrantes pares é determinada por uma reta que intercepta o ponto (0,0) traçando as bissetrizes dos quadrantes II e IV.

O coeficiente angular será igual a m = tg 135° = -1. Um dos seus pontos será (0,0) e todos os outros pontos pertencentes à reta b terão os valores das ordenadas opostos aos valores das abscissas, por exemplo, (4,-4), (5,-5), (6,-6), (7,-7),... .
Considerando qualquer um desses pontos e o coeficiente angular igual a -1, podemos concluir que a reta que representa a bissetriz dos quadrantes pares terá - de acordo com os conceitos de Geometria Analítica - a equação fundamental: y – y0 = m (x – x0).
y – (–2) = –1 (x – 2)
y + 2 = –x + 2
y = – x
Podemos traçar as bissetrizes dos quadrantes de duas formas: bissetriz dos quadrantes pares e bissetriz dos quadrantes ímpares.
Bissetriz dos quadrantes ímpares
A bissetriz dos quadrantes ímpares é determinada por uma reta que intercepta o ponto (0,0) traçando as bissetrizes dos quadrantes I e II.
O coeficiente angular será igual a m = tg 45° = 1. Um dos seus pontos será (0,0) e todos os outros pontos pertencentes à reta b terão as ordenadas e abscissas iguais, por exemplo, (4,4), (5,5), (6,6), (7,7),... .
Considerando qualquer um desses pontos e o coeficiente angular igual a 1, podemos concluir que a reta que representa a bissetriz dos quadrantes ímpares terá - de acordo com os conceitos de Geometria Analítica - a equação fundamental: y – y0 = m (x – x0).
Substituindo o ponto (2,2), temos:
y – 2 = 1 (x – 2)
y – 2 = x – 2
y = x
Bissetriz dos quadrantes pares A bissetriz dos quadrantes pares é determinada por uma reta que intercepta o ponto (0,0) traçando as bissetrizes dos quadrantes II e IV.
O coeficiente angular será igual a m = tg 135° = -1. Um dos seus pontos será (0,0) e todos os outros pontos pertencentes à reta b terão os valores das ordenadas opostos aos valores das abscissas, por exemplo, (4,-4), (5,-5), (6,-6), (7,-7),... .
Considerando qualquer um desses pontos e o coeficiente angular igual a -1, podemos concluir que a reta que representa a bissetriz dos quadrantes pares terá - de acordo com os conceitos de Geometria Analítica - a equação fundamental: y – y0 = m (x – x0).
y – (–2) = –1 (x – 2)
y + 2 = –x + 2
y = – x
GEOMETRIA ANALÍTICA :Área da região triangular em relação as coordenadas dos vértices .
Podemos determinar a área de uma região triangular utilizando expressões relacionadas à Geometria Plana. Nas situações envolvendo coordenadas de posicionamento dos vértices de um triângulo, os cálculos são efetuados de acordo com o determinante de uma matriz quadrada, formada pelos valores das coordenadas dos pontos de posicionamento. A matriz construída deverá conter em uma de suas colunas os valores das abscissas e em outra, os valores das ordenadas dos pontos, uma terceira coluna será completada com valores iguais a 1.
A área do triângulo será determinada pela metade do valor da determinante. Veja:
Os vértices de um triângulo possuem as seguintes coordenadas de localização: A(–1, 1), B(4,0) e C(–3, 3). Vamos determinar a área dessa região triangular utilizando os princípios do determinante de uma matriz.
Aplicando Sarrus
Diagonal principal
(–1) * 0 * 1 = 0
1 * 1 * (–3) = –3
1 * 4 * 3 = 12
(–1) * 0 * 1 = 0
1 * 1 * (–3) = –3
1 * 4 * 3 = 12
Soma: 0 – 3 + 12 = 9
Diagonal secundária
1 * 0 * (–3) = 0
(–1) * 1 * (3) = – 3
1 * 4 * 1 = 4
1 * 0 * (–3) = 0
(–1) * 1 * (3) = – 3
1 * 4 * 1 = 4
Soma: 0 – 3 + 4 = 1
D = (Somatório do produto dos elementos da diagonal principal) – (Somatório do produto dos elementos da diagonal secundária)
D = 9 – 1
D = 8
D = 8
A = |D| / 2
A = 8 / 2
A = 4
A = 8 / 2
A = 4
A área da região triangular com os vértices localizados nos pontos A(–1, 1), B(4,0) e C(–3, 3) corresponde a 4 unidades de área.
domingo, 17 de novembro de 2013
Estudo aprofundado, Geometria Analítica
A Geometria Analítica foi criada por René Descartes (1596 – 1650), no
intuito de relacionar a álgebra com a Geometria, possibilitando um
estudo mais aprofundado de objetos geométricos. Com o auxílio da
Geometria Analítica (GA) podemos, através de métodos algébricos, estudar
as propriedades do ponto, da reta e de figuras. No estudo da GA
trabalharemos constantemente com o Plano Cartesiano.
Distância entre dois pontos
Observe os pontos A e B no plano cartesiano, iremos estabelecer através de métodos algébricos uma fórmula geral para calcular a distância entre pontos.

Ao analisarmos a construção acima podemos observar o triângulo retângulo ABC, sendo que a distância entre os pontos A e B nada mais é que a hipotenusa do triângulo. Sabemos que o triângulo retângulo admite a relação de Pitágoras hip² = cat² + cat².
Ao aplicarmos Pitágoras teremos a seguinte situação:
Cateto: segmento AC xB – xA
Cateto: segmento BC yB – yA
Hipotenusa: segmento AB (distância entre os pontos)
d²AB = (xB – xA)² + (yB – yA)²

Distância entre dois pontos
Observe os pontos A e B no plano cartesiano, iremos estabelecer através de métodos algébricos uma fórmula geral para calcular a distância entre pontos.
Ao analisarmos a construção acima podemos observar o triângulo retângulo ABC, sendo que a distância entre os pontos A e B nada mais é que a hipotenusa do triângulo. Sabemos que o triângulo retângulo admite a relação de Pitágoras hip² = cat² + cat².
Ao aplicarmos Pitágoras teremos a seguinte situação:
Cateto: segmento AC xB – xA
Cateto: segmento BC yB – yA
Hipotenusa: segmento AB (distância entre os pontos)
d²AB = (xB – xA)² + (yB – yA)²
Ponto Médio de um Segmento e Condição de alinhamento de três pontos
Dados os pontos A e B vamos analisar a ilustração abaixo e demonstrar o ponto médio entre eles, sugerindo uma fórmula geral para esse tipo de cálculo.

Podemos notar que no eixo x a distância entre xA:xM e xM:xB são iguais e no eixo y a distância entre yA:yM e yM:yB são iguais.
Podemos concluir que:

Dados os pontos A e B vamos analisar a ilustração abaixo e demonstrar o ponto médio entre eles, sugerindo uma fórmula geral para esse tipo de cálculo.
Podemos notar que no eixo x a distância entre xA:xM e xM:xB são iguais e no eixo y a distância entre yA:yM e yM:yB são iguais.
Podemos concluir que:
Para constatarmos se três pontos estão alinhados, podemos montar a seguinte matriz dos coeficientes:
|
x1 y1 1 x2 y2 1 x3 y3 1 |
=0 |
Exemplo 1
Os pontos possuem as seguintes coordenadas no plano cartesiano: A(4,6) e B(3,1). Calcule a distância entre esses pontos.
A distância entre A e B corresponde a √26 unidades.
Exemplo 2
Verifique se os pontos P(2,3), Q(1,5) e R(6,2) estão alinhados.
|
x1 y1 1 x2 y2 1 x3 y3 1 |
= 0 |
2 3 1 1 5 1 6 2 1 |
= 0 |
[10 + 18 + 2 – 30 – 3 – 4]
30 – 30 – 3 – 4
– 3 – 4
– 7
Temos que o D = – 7 e –7 ≠ 0. Portanto, os pontos P, Q e R não estão alinhados.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Vídeo Aula de Geometria Analítica para vestibulares!
Olá morecos, voltamos hoje com mais uma do Central de Produções.
Viemos aqui com o objetivo de te ajudar na explicação da Geometria Analítica,
Bom estudo !
Vídeo sobre Geometria Analitica
Olá morecos, voltamos hoje com mais uma do Central de Produções.
Viemos aqui com o objetivo de te ajudar na explicação da Geometria Analítica,
Bom estudo !
Exercícios Geometria Analitica
Olá morecos, voltamos hoje com mais uma do Central de Produções. Viemos aqui com o objetivo de te ajudar na explicação anterior, então estão ai alguns exercícios sobre Geometria Analítica. Esperamos que gostem e Boa leitura!
Questão 1
Resposta

Agora, vamos calcular o seu perímetro. Lembrando que perímetro é a soma das medidas dos lados e é representado por 2P, temos:

Questão 4(Fuvest-SP)
b) 0
c) √2
d) 1
e) ½
Resposta
Questão 3
Questão 1
Demonstre que o triângulo de vértices A(8 , 2), B(3 , 7) e C(2 , 1) é isósceles. Em seguida, calcule seu perímetro.
Resposta
Para demonstrar que o triângulo ABC é isósceles se faz necessário mostrar que ele possui dois lados com a mesma medida. Assim, vamos calcular a distância entres seus vértices, que será a medida de cada lado.
Agora, vamos calcular o seu perímetro. Lembrando que perímetro é a soma das medidas dos lados e é representado por 2P, temos:
Questão 4(Fuvest-SP)
Se (m+2n , m – 4) e (2 – m , 2n) representam o mesmo ponto do plano cartesiano, então mn é igual a:
a) – 2 b) 0
c) √2
d) 1
e) ½
Resposta
Questão 3
Determine o valor de x para que o ponto M(2 , 3) seja o ponto médio do segmento de extremos A(x , 5) e B(3 , x).
Resposta segunda-feira, 11 de novembro de 2013
GEOMETRIA ANALÍTICA ...
Boa tarde pessoal , gostaria de pedir a vocês que deem uma olhada no NOSSO MAIS NOVO ASSUNTO . GEOMETRIA ANALÍTICA!
Para começar o estudo da geometria analítica, é necessário conhecer o Plano Cartesiano:
O Eixo Y (linha vertical) é chamado de eixo das ordenadas, enquanto que o Eixo X (linha horizontal), é chamado de eixo das abscissas.
O ponto P (ponto vermelho da figura) possui duas coordenadas: X e Y , que indicam em que lugar dos eixos das ordenadas e abscissas ele se encontra. Representa-se isso por (Xp, Yp).
Os números romanos nos cantos mostram os quadrantes do plano cartesiano. Os pontos do eixo X que estão nos quadrantes II e III são negativos, enquanto que em I e IV são positivos. Os valores de Y nos quadrantes I e II são positivos, e nos restantes (III e IV), esses valores são negativos.
Bissetrizes
As bissetrizes são retas que cortam exatamente o centro do plano cartesiano ( ponto (0, 0) ), e formam um ângulo de 45º com os eixos X e Y. As coordenadas dos pontos que estão sobre a bissetriz que se encontra nos quadrantes paressão sempre opostos (se X for positivo, Y será negativo, e vice-versa).
Já os pontos sobre a bissetriz dos quadrantes ímpares, terão os valores de X e Y iguais. Veja no desenho abaixo
Se soubermos as coordenadas de dois pontos no plano cartesiano (ponto A e B), é possível determinar a sua distância, utilizando o teorema de Pitágoras (a² = b² + c²)
domingo, 10 de novembro de 2013
Vídeo sobre Estatística
Este vídeo é apenas pequena demonstração do que é
estatística, que por sinal, é um assunto bastante retratado aqui no blog.
Espero que gostem e que tenham um bom proveito, e que isso possa ajudar
bastante no aprendizado, mas devemos lembrar que na matemática o aprendizado
vem com pratica.
Representação Gráfica
Olá
morecos, estamos de volta com mais um capitulo da nossa Central de Produções.
Hoje queremos passar para vocês como se faz na Representação Gráfica!
Os
dados de uma pesquisa podem ser apresentados de várias maneiras. Os meios de
comunicação utilizam em geral, gráficos e tabelas para apresentar esses dados.
Isso ocorre porque esses recursos possibilitam uma apresentação dos resultados
de uma pesquisa. As tabelas, por exemplo, são utilizadas para organizar os
dados e apresentá-los de maneira mais simples ao leitor. Já os gráficos
permitem uma melhor visualização e também uma análise mais detalhada dos dados
apresentados.
Existem
diversos tipos de gráficos, sendo que a escolha do mais apropriado para cada
situação depende de vários fatores, como o objetivo da pesquisa ou até mesmo as
particularidades das informações a serem apresentadas. Neste tópico, iremos
estudar os gráficos de barras, setores, linhas, além dos pictogramas e do
histograma.
Gráfico
de Barras
O gráfico de barras (ou de colunas) é
utilizado, em geral, para representar dados de uma tabela de frequências
associadas a uma variável qualitativa. Nesse tipo de gráfico, cada barra
retangular representa a frequência ou a frequência relativa da respectiva opção
da variável.
Veja
a seguir um exemplo de gráfico de barras:
Desmatamento
na Amazônia cresce 3,8%
Em 28/11, o
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) informou que o desmatamento na
região da Amazônia, medido entre agosto de 2007 e julho de 2008, foi de 11.968
km², de acordo com o resultado do Projeto de monitoramento na Amazônia Legal
(Prodes). A taxa 2007-2008 é 3,8% maior que o desmatamento medido no período
anterior.
Gráfico de
Linhas
O gráfico de linhas (ou de segmentos) é
utilizado, em geral, para representar a evolução dos valores de uma variável no
decorrer do tempo.
Veja alguns
exemplos de gráficos de linhas a seguir:
Evolução
da população residente em Portugal
1861 - 2007
Gráfico de
Setores
O gráfico de setores, também
conhecido como “gráfico de pizza”, é
utilizado, em geral, para representar partes de um todo.
Veja a seguir uma tabela e um gráfico de setores indicando os setores
que produzem os gases que intensificam o efeito estufa.
Histograma
As
frequências absolutas e as relativas de dados agrupados em intervalos de
classes podem ser representadas por meio de um tipo de gráfico denominado histograma, o qual é composto de
retângulos justapostos cujas bases são apoiadas em um eixo horizontal.
Observe a
seguinte situação:
Em um
concurso público realizado pela prefeitura de certo município, 200 candidatos
foram submetidos a uma prova escrita. A distribuição de frequências segundo as
notas obtidas pelos candidatos está representada na tabela.
Veja a
seguir um histograma referente à frequência absoluta e outro referente à frequência
relativa.
Pictograma
A fim de tornar os gráficos mais atraentes, os meios de comunicação,
como revistas, jornais, entre outros, costumam ilustrá-los com imagens
relacionadas ao contexto do qual as informações fazem parte. Essa forma de
representação é denominada pictograma ou
gráfico pictórico.
Nesse tipo de representação, assim como nos gráficos tradicionais, as dimensões
das imagens devem ser proporcionais ao dados apresentados.
Veja alguns
exemplos de gráficos pictóricos:
http://professorandrios.blogspot.com.br/2011/08/representacao-grafica-de-dados.html
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